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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Avaliação Psicológica


A Avaliação Psicológica surge como um processo fundamental da abordagem psicológica, uma vez que permite diagnosticar aspetos cognitivos, emocionais e da personalidade do paciente. Dispomos de uma variedade de instrumentos, os quais são selecionados de acordo com a queixa apresentada e a informação obtida na entrevista de avaliação.

A avaliação psicológica pretende compreender a origem do mal-estar (traduzida por sintomas/queixas diversas), ao conhecer e perceber as características do desenvolvimento emocional da criança e adolescente, as suas dinâmicas familiares e relacionais, e o contexto em que o sintoma se expressa.

Os resultados desta avaliação serão devolvidos numa outra sessão, na qual será entregue um relatório de Avaliação Psicológica e proposto um Acompanhamento Psicológico (que pode ou não ser aceite pelo paciente).

Assim sendo, uma consulta de Avaliação Psicológica tem por objectivo diagnosticar, identificar e compreender o mal-estar sentido pela criança/adolescente, e determinar qual a melhor intervenção.
 
A Avaliação Psicológica compreende:

>  Avaliação Cognitiva e da Inteligência – esta avaliação é frequentemente solicitada pelos educadores e professores, uma vez que permite avaliar as competências cognitivas e intelectuais da Criança / Adolescente, dando indicações para o despiste de Dificuldades de Aprendizagem, Défice Cognitivo, Dislexia, entre outros.

> Avaliação Emocional e da Personalidade – esta avaliação permite identificar as características individuais e as emoções subjacentes ao desajustamento comportamental, social e emocional.

> Avaliação da Prontidão Escolar – todas as crianças que fazem 6 anos até dia 15 de Setembro são obrigadas a serem matriculados no 1º ano do 1º Ciclo do Ensino Básico; as crianças que completem os 6 anos depois dessa data podem matricular-se se os pais assim o quiserem e se a escola os aceitar.

       Existem, porém, exceções, nomeadamente:
       - Adiamento de escolaridade (Crianças com Necessidades Educativas Especiais; Crianças Imaturas);
       - Antecipação de escolaridade (Sobredotação).

Neste tipo de avaliação, tendo em consideração única e exclusivamente a criança, daremos prioridade ao seu bem-estar emocional.

> Avaliação dos Padrões de Comportamento – esta avaliação é recomendada em casos de dificuldades de socialização, autonomização, agressividade, isolamento.

Marque a sua primeira consulta e veja qual o plano de acompanhamento/aconselhamento psicológico se adequa a si.

Aconselhamento a Pais


As sessões de Aconselhamento a Pais surgem como uma alternativa ou um complemento do processo de Acompanhamento Psicológico. Após a devida avaliação à criança / adolescente e às suas dinâmicas familiares, procuramos ajudar os pais a encontrar as melhores estratégias para gerir e lidar com as dificuldades comportamentais ou escolares, no sentido de promovermos uma melhoria das relações familiares e um maior bem-estar familiar.

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Métodos de Estudo


O Objectivo Geral de um Programa de Métodos de Estudo é proporcionar ao aluno que o frequenta estratégias orientadoras de procedimentos e hábitos de estudo.

Cada vez mais se pretende que o aluno saiba estudar para aprender, tornando-se no agente principal do seu processo de aprender a aprender. Falar em estudar para aprender implica falar-se em procedimentos susceptíveis de serem ensinados aos alunos para aumentar a eficácia do tempo de estudo. Ajudar o aluno a reflectir sobre os procedimentos que utiliza e ensinar um conjunto de estratégias que ele pode adoptar quando estuda, constitui um contributo valioso para que o estudar seja vivido de um modo significativo, que seja, efectivamente, estudar para aprender.

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Curriculo


Dra. Mariline Ferreira

> Licenciatura em Psicologia Aplicada, área de Psicologia Educacional;
> Membro Efetivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses;
> Pós-Graduação de Psicoterapeutas de Crianças e Adolescentes;
> Pós-Graduação em Reabilitação e Inserção Social;
> Formadora Certificada pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP);
> Experiência em Serviços de Psicologia e Orientação no Ensino Privado e Público;
> Experiência em Formação de Adultos.

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terça-feira, 26 de junho de 2012

A Culpa é dos Professores

" Neste momento, é óbvio para todos que a culpa do estado a que chegou o ensino é (sem querer apontar dedos) dos professores. Só pode ser deles, aliás. Os alunos estão lá a contragosto, por isso não contam. O ministério muda quase todos os anos, por isso conta ainda menos. Os únicos que se mantêm tempo suficiente no sistema são os professores. Pelo menos os que vão conseguindo escapar com vida. É evidente que a culpa é deles.

E, ao contrário do que costuma acontecer nesta coluna, esta não é uma acusação gratuita. Há razões objectivas para que os culpados sejam os professores. 

Reparem: quando falamos de professores, estamos a falar de pessoas que escolheram uma profissão em que ganham mal, não sabem onde vão ser colocados no ano seguinte e todos os dias arriscam levar um banano de um aluno ou de qualquer um dos seus familiares.

O que é que esta gente pode ensinar às nossas crianças? Se eles possuíssem algum tipo de sabedoria, tê-Ia-iam usado em proveito próprio. É sensato entregar a educação dos nossos filhos a pessoas com esta capacidade de discernimento? Parece-me claro que não.

A menos que não se trate de falta de juízo mas sim de amor ao sofrimento. O que não posso dizer que me deixe mais tranquilo. Esta gente opta por passar a vida a andar de terra em terra, a fazer contas ao dinheiro e a ensinar o Teorema de Pitágoras a delinquentes que lhes querem bater. Sem nenhum desprimor para com as depravações sexuais -até porque sofro de quase todas -, não sei se o Ministério da Educação devia incentivar este contacto entre crianças e adultos masoquistas. Ser professor, hoje, não é uma vocação; é uma perversão. Antigamente, havia as escolas C+S; hoje, caminhamos para o modelo de escola S/M. Havia os professores sádicos, que espancavam alunos; agora o há os professores masoquistas, que são espancados por eles. Tomando sempre novas qualidades, este mundo.

Eu digo-vos que grupo de pessoas produzia excelentes professores: o povo cigano. Já estão habituados ao nomadismo e têm fama de se desenvencilhar bem das escaramuças. Queria ver quantos papás fanfarrões dos subúrbios iam pedir explicações a estes professores. Um cigano em cada escola, é a minha proposta.
Já em relação a estes professores que têm sido agredidos, tenho menos esperança. Gente que ensina selvagens filhos de selvagens e, depois de ser agredida, não sabe guiar a polícia até à árvore em que os agressores vivem, claramente, não está preparada para o mundo."

in Revista Visão por Ricardo Araújo Pereira

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Informações dos Exames Nacionais e Provas Finais

O despacho que aprova o calendário das Provas de Aferição do 1.º ciclo, das Provas Finais dos 2.º e 3.º ciclos e dos Exames Finais Nacionais do Ensino Secundário foi publicado em Diário da República. A 1.ª fase dos Exames do Ensino Secundário realiza-se este ano entre 18 e 26 de junho e a 2.ª fase entre 13 e 18 de julho. 

A 1.ª fase dos Exames Finais Nacionais dos 11.º e 12.º anos de escolaridade tem caráter obrigatório para todos os alunos internos e autopropostos, ficando a 2.ª fase reservada para os alunos que na 1.ª fase não tenham obtido aprovação nas disciplinas em que realizaram Exames Finais e para aqueles que pretendam realizar melhoria da classificação em qualquer disciplina realizada na 1.ª fase, no mesmo ano letivo. 

É possível assim antecipar em relação ao ano passado a afixação das pautas em seis dias (1.ª fase) e oito dias (2.ª fase), bem como os resultados dos processos de reapreciação, em dez e doze dias, respetivamente. Por outro lado, assegura-se que as escolas e os docentes têm maior disponibilidade de recursos físicos e humanos para a preparação atempada do ano letivo de 2012/2013 . 

Este calendário exige aos alunos uma melhor gestão na preparação para os exames, no entanto introduz uma maior equidade e assegura duas oportunidades de realização dos exames a todos os estudantes. Neste modelo, os alunos que realizam provas na 1.ª fase podem candidatar-se à 1ª fase de Acesso ao Ensino Superior e os que realizam provas na 2.ª fase apenas se podem candidatar à 2.ª fase de Acesso ao Ensino Superior. 

Naturalmente, esta medida tem também impacto significativo no acesso ao Ensino Superior, uma vez que será possível antecipar em cerca de uma semana os resultados das 1.ª e 2.ª fases do Concurso Nacional. 

O calendário aprovado pela Secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário, Professora Isabel Leite, estipula ainda que as Provas de Aferição do 1.º ciclo do Ensino Básico se realizam a 9 de maio (Língua Portuguesa) e 11 de maio (Matemática).

A 1.ª chamada (obrigatória) das Provas Finais do 2.º Ciclo está marcada para os dias 18, 19 e 22 de junho, enquanto que a 2.ª chamada (situações excecionais) se realiza a 25 de junho, 27 de junho e 13 de julho. Estas provas têm este ano letivo uma ponderação de 25% na classificação final dos alunos, e de 30% a partir do próximo. As Provas Finais do 3.º Ciclo estão marcadas para 18 e 21 de junho (1.ª chamada - obrigatória) e 25 e 27 de junho e 13 de julho (2.ª chamada - situações excecionais).

Texto retirado daqui